DEPOIS DO IORUBÁ E KETU, AGORA O JÊJE TORNA-SE PATRIMÔNIO DO RJ

Pai Ricardo da Tenda de Umbanda Vovô Joaquim e Ogum Sete Ondas/Foto: Henrique Esteves

Os idiomas jeje, trazidos pelos negros escravizados da África Ocidental e presentes nos cultos afro-brasileiros, foram declarados Patrimônio do Estado do Rio de Janeiro. É o que determina o projeto de lei 4.455/18, do deputado Átila Nunes, que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta quarta-feira (21/10).
De acordo com Átila Nunes, autor do projeto, os idiomas denominados como jeje (fon, ewe, mina, fanti, entre outros) eram utilizados para comunicação interpessoal, assim como forma de menção a objetos, interjeições, rezas e ritos secularmente praticados no estado.