Tambor de Cumba comemora aniversário com evento afro na Zona Portuária

A festa reúne artesanato, gastronomia, danças e bloco afro, além de trechos do espetáculo "Cosmogonia Africana". Foto: Divulgação/Marcio Bayone

O grupo Tambor de Cumba realiza, neste domingo, dia 5 de agosto, das 12h às 19h, o evento “Tambor no Valongo”, em comemoração aos sete anos do coletivo de dança afro-brasileira. O evento será realizado no Galpão Ação da Cidadania, na Avenida Barão de Tefé, 75, no bairro da Saúde, na Zona Portuária. A entrada é franca.

A programação começa ao meio dia e se estenderá até às 19h, com diversas atividades que celebram a cultura afro-brasileira, entre elas estão a roda de jongo, promovida pelo Tambor de Cumba; roda de coco, promovida pelo grupo Maracatumba; maracatu, com o grupo Baque Mulher; trechos do espetáculo “Cosmogonia Africana – A Visão de Mundo do Povo Iorubá”; apresentação do bloco afro Lemi Ayó e Dj Bieta.

O público poderá conferir também o trabalho de artistas na feira de artesanato, moda, arte plástica e gastronomia que estará presente durante toda a festa. O evento tem o apoio da Ação da Cidadania, da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

Fundado em 2011, pela balarina Aninha Catão, o Tambor de Cumba carrega em toda a sua trajetória o reconhecimento por promover as tradições culturais de matriz africana. O grupo é um dos pioneiros em atividades culturais no Cais do Valongo, hoje patrimônio mundial da UNESCO.

O Tambor de Cumba promove a conscientização da cultura negra como resgate da identidade e integração social por meio das artes afro-brasileiras, sobretudo a dança, entre elas, o jongo, o coco, o samba de roda, a ciranda, o maculelê, a capoeira, o afoxé, o maracatu e a dança afro contemporânea.

“O grupo Tambor de Cumba foi idealizado por mim, em agosto de 2011, e neste ano estamos completando sete anos. Nosso trabalho começou no Granes Quilombo, a convite de Selma Candeia, filha do saudoso sambista Candeia, e Edson Cortes. Com o fim das atividades do local, nos deslocamos para a Zona Portuária, onde desenvolvemos trabalhos com diversas manifestações afro-brasileiras, até hoje, no Cais do Valongo”, explica Aninha.